SP – MOSTRA RASTROS DESLUGARES NA SP ESCOLA DE TEATRO

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"
Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra Rastros Deslugares

Projeto iconográfico composto de arquivos/documentos da trajetória do Grupo Musicanoar com fotografias de Inês Correa, João Caldas e Gil Grossi e desenhos coreográficos de Helena Bastos num espaço que compartilhado com a apresentação da temporada do espetáculo “Deslugares”, com Raul Rachou e Helena Bastos.

Quando: De 08.04 a 23.05.2015, das 10h as 21h
Onde: SP ESCOLA DE TEATRO – Saguão
Quanto: Entrada gratuita

SP – EXPOSIÇÃO RASTROS DESLUGARES

Fotos da abertura da mostra Rastros Deslugares
em comemoração aos 20 anos do grupo Musicanoar
grupo de Helena Bastos e Raul Rachou
 
Mostra de desenhos coreográficos e fotografias de Gil Grossi, Inês Correa e João Caldas
Galeria Olido – São Paulo, SP
 
 

PROGRAME-SE

RASTROS DESLUGARES (Mostra de fotografias e desenhos coreográficos)

Onde: Galeria Olido, no segundo andar – São Paulo
Quando: Até o dia 19 de Maio de 2013
Horários: das 10 às 21h30. 
Não abre segunda-feira
Grátis
8 painéis 1,30 X 1,60 cm
SOBRE RASTROS DESLUGARES

Se a dança é efêmera, acontece enquanto acontece, propomos uma mostra iconográfica composta por desenhos e fotografias para traçar rastros, vestígios, sobras de uma memória coreográfica. Estas imagens retiradas dos arquivos do grupo Musicanoar compartilham histórias, cenas vividas no palco e no papel, responsáveis agora por outra composição imagética, Rastros deslugares, uma mostra de imagens rasgadas de um tempo, de uma determinada coreografia  para uma recriação feita por quem a vê, por quem a observa.
 
Inês Correa
 
SOBRE MUSICANOAR
Musicanoar nasce em 1992 a partir da ideia de pensar movimento, de refletir sobre movimento em dança e entender como se dá o movimento no corpo quando nos propomos a dançar. Partimos do entendimento que movimento é a variação da posição espacial de um objeto/corpo no decorrer do tempo. Quando um corpo se desloca em contato com outro existe uma força chamada atrito ou fricção. Essa força existe porque as superfícies em contato não são perfeitas. Há saliências e reentrâncias que se opõem ao movimento.Na atual formação do grupo, somos dois sujeitos de naturezas bem distintas: um alto, o outro baixo, um magro, o outro gordo, e por aí vamos pensando entre diferenças, confluências e coincidências. Nesse espaço de atravessamentos uma percepção é gerada das implicações entre corpo, movimento, espaço e contexto. A reflexão é sobre como essas conexões se dão quando nos propomos a dançar a partir de uma ação- ideia, queda, desejo, rolamento…Helena Bastos