SP – MOSTRA RASTROS DESLUGARES NA SP ESCOLA DE TEATRO

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"
Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra "Rastros Deslugares"

Mostra Rastros Deslugares

Projeto iconográfico composto de arquivos/documentos da trajetória do Grupo Musicanoar com fotografias de Inês Correa, João Caldas e Gil Grossi e desenhos coreográficos de Helena Bastos num espaço que compartilhado com a apresentação da temporada do espetáculo “Deslugares”, com Raul Rachou e Helena Bastos.

Quando: De 08.04 a 23.05.2015, das 10h as 21h
Onde: SP ESCOLA DE TEATRO – Saguão
Quanto: Entrada gratuita

LANÇAMENTO LIVRO-DANÇA

Lançamento de livro

Cláudia Muller no lançamento do livro Dança Contemporânea em Domicílio

Lançamento de livro

Cláudia Muller, organizadora do livro Dança Contemporânea em Domicílio ao lado de Inês Correa, responsável pelo artigo visual Uma Dança atravessa o Rio,
entre outros artigos assinados e publicados por Airton Tomazzoni, Carlinhos Santos, Christiane Galdino,
Christine Greiner, Isabel de Naverán,
Ivana Menna Barreto e a própria Cláudia Muller

Lançamento de livro

Marcos Villas, curador da Bienal SESC de Dança 2013 propõe uma conversa de Cláudia Muller e Inês Correa
com os convidados no lançamento do livro Dança Contemporânea em Domicílio

Lançamento de livro Lançamento de livroLançamento de livroLançamento de livro

Cláudia Muller e Inês Correa conversam com convidados na Bienal SESC de Dança 2013,
durante lançamento do livro Dança Contemporânea em Domicílio

Lançamento de livro

Na parede, projeção de fotografias exibidas durante o lançamento

Lançamento de livro Lançamento de livroCláudia Muller e Inês Correa autografam os livros durante o lançamento

Fotografias: Carmen Ávila e Inês Correa

LANÇAMENTO DO LIVRO: DANÇA CONTEMPORÂNEA EM DOMICÍLIO

Mais informações sobre o livro no IDança

Onde aconteceu: Bienal SESC Dança 2013, Santos – SP
Quando: 07.09.2013

NOVO LANÇAMENTO DO LIVRO DE CLÁUDIA MULLER

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Algumas fotografias do artigo visual Uma Dança Atravessa o Rio, da fotógrafa Inês Correa,
publicadas no miolo do livro Dança Contemporânea em Domicílio, organizado por Cláudia Muller
Mais informações sobre esta publicação no site idança.net
(artigo de 02/07/2013 quando o livro foi lançado no Rio de Janeiro)

Abaixo, parte do artigo publicado em ctrlaltdanca.com. Leia o artigo na íntegra aqui.

Intercalando imagens e textos, o livro conta com uma seleção de imagens em diversos pontos do Brasil, da Espanha e do Marrocos, entre outros países, além de um artigo visual da fotógrafa Inês Correa intitulado Uma Dança Atravessa o Rio, e textos assinados pela artista Cláudia Muller, (responsável pela organização do livro e outros convidados, tais como Isabel Naverán, Carlinhos Santos, Aírton Tomazzoni, Christianne Galdino, Christine Greiner e Ivana Menna Barreto.

No texto do livro Dança Contemporânea em Domicílio: Uma Coreografia de Relações, Cláudia explica:

Dança Contemporânea em Domicílio traz minhas interrogações sobre a materialidade, os espaços, o lugar do espectador e a relação institucional nos processos e práticas de dança, implicando-se na ampliação do seu fazer, na construção do próprio aparato institucional e na politicidade inerente à recusa de definições fixas que buscam circunscrever o que cabe nesse campo artístico. O projeto engendra uma dança inquieta e propositiva sempre a perguntar-se: Por que sou um trabalho de arte?

Depois de ser lançado no Rio de Janeiro e distribuído no Rumos Dança Itaús 2013, em São Paulo, o livro Dança Contemporânea em Domicílio, organizado por Cláudia Muller, terá novo lançamento previsto para o dia 7 de setembro, na Bienal SESC de Dança 2013, em Santos.

Mais informações sobre data/local/horário no site do SESC Santos – aqui.

SP – FLUXOS, 6 DE SETEMBRO

Fluxos em Preto e Branco 2 - Cia. FlutuanteFluxos Em Preto e Branco – Experimento #2
Fotografia: Inês Correa

 

 

 

SAIA DE CASA – PROGRAME-SE

Dia 06/09 às 12h – Hall da Praça das Artes
Fluxos Em Preto e Branco
Companhia Flutuante

O projeto FLUXOS EM PRETO E BRANCO é resultado da parceria entre Letícia Sekito| Companhia Flutuante e os artistas Suiá Burger Ferlauto, Alex Ratton, Priscila Jorge, Ligia Chaim, Sandra Imenez e Felipe Julián [Projeto Axial], Roberto Freitas e Joana Porto. As performances são pautadas na relação entre dança e desenho, com interesse na potência do gesto e do acaso. Os movimentos dos performers são impressos com tinta sobre o suporte de papel, deixando visíveis os rastros de suas ações. Seja fazendo proposições de corpo, de som, de luz, de espaço, de vídeo ou figurino, os artistas criam, através da linguagem da improvisação, experimentos performáticos únicos a cada compartilhamento público. Idéia original: Letícia Sekito e Suiá Ferlauto. Performers: Alex Ratton Leticia Sekito Priscila Jorge. Sonorização Axial Projeto Axial. Figurino Joana Porto. Produção Independente – Vanessa Lopes . Assistente produção Maíra Silvestre Foto Ines Correa Luz original Ligia Chaim Video registro Roberto Freitas Treinamento de Respiração Ivan Okuyama www.fluxospb.blogpsot.com.

RJ – DANÇA EM DOMICÍLIO

 

Dança em Domicílio, Cláudia Müller. Bangú – RJ, 2012
Fotografia: Inês Correa
 
 
 

Esta semana o trabalho está sendo no Rio, fotografando Dança Contemporânea em Domicílio, de Cláudia Muller. Na proposta da artista você telefona, encomenda uma dança e ela vai aonde você quiser enviar seu trabalho.

As fotos você pode ver no blog do projeto, Dança Contemporânea em Domicílio, escrito pelo jornalista Carlinhos Santos. Os momentos vividos aqui, levando a dança para dentro da vida de cada uma destas pessoas, é algo difícil de se descrever. É inacreditável.

No primeiro dia, segunda-feira, fomos até Bangú logo após um temporal. Passamos por casas destelhadas, pessoas varrendo a chuva que deixou o ambiente em lama. Entramos nas casas, a Cláudia dançou e emocionou famílias, a grávida que estava no hospital e que recebeu de presente do marido uma dança, o homem que cuida de um clube num quase abandono. Veja aquiaqui e aqui algumas fotos. E acompanhe o blog pois é lá que você vai encontrar as imagens do trabalho.

 
Dança em Domicílio, Cláudia Müller. Bangú – RJ, 2012
Fotografia: Inês Correa

SP – SATYRAS DA DANÇA

17h48m
Processo de Criação do Projeto Final de Dança do Curso de Comunicação das Artes do Corpo
Zélia Monteiro


19h30m
Versos da última estação
Vanessa Macedo

A DANÇA VAI PARA A SATYRIANAS

Ontem, 02.11, foi o último dia da Satyrianas. Para mim começou quando fui fotografar o Dramamix e finalizou quado fui para a Residência, a mais nova tenda da Satyrianas (iniciou em 2009). Veja a íntegra do dia lá no blog da Maratona Fotomix e sobre dança na nova tenda da Satyrianas aqui mesmo.

A curadoria da tenda mudou todos os dias. Passou nas mãos de Ruy Filho que entregou o cartucho para Mario Bortolotto. No domingo, um dia inteiro musical.

Para fechar a temporada da Tenda Residência na Satyrianas, no último dia, as curadoras Helena Bastos e Rosa Hercoles trouxeram uma proposta de troca de experiências no sentido de “assumir a Semana das Satyrianas como uma ação política em dança”: Satyras da Dança.

20h30m-22h00m
Médelei (eu sou brasileiro etc e não existo nunca)
Concepção e direção: Cristian Duarte
Criação e Performance: Sheila Areas, Cristian Duarte, Tarina Quelho e Eros Valério
Fotos Inês Correa

DANÇA INERENTE

Aninha e Júlia
Angra dos Reis, 2009
Foto: Inês Correa

O título acima parte do fato de que a imagem interpretada pela foto abaixo (das meninas na praia) manifesta uma dança que denomino inerente porque parece natural, desenvolvida sem cultura, ao menos, dirigida.

Não sou a pessoa mais indicada para falar de dança. Existem conhecedores do assunto. Estou procurando conhecer mas tenho consciência de que ainda estou dançando bastante.

Desde que o mundo é mundo e bem antes de ser imundo, a dança já fazia parte de diversas culturas: uma manifestação da antiguidade. Ao lado, outras artes: o teatro, a música e a pintura.

A fotografia é nova, veio bem depois. Posso estar enganada no que vou escrever. Falta conhecimento teórico. O que me envolve, que me instiga na dança é utilizar o próprio corpo como mídia. Assim como o teatro usa a fala e a música (canto), a voz.

A pintura deve ter sido a primeira a utilizar uma mídia (externa). Por favor, se estiver errada e alguém estiver lendo, me ajude. Mas fico pensando que para talhar uma pedra de uma caverna já era preciso uma pedra ou um pequeno pedaço de pau – coisa que é fantástica.

Não pretendo dar mais valor a uma ou outra manifestação artística. Toda mídia, do corpo ou externo a ele, pode transformar-se em arte ou não. Escrevo aqui o que penso. E penso que para mim a dança acrescenta na maneira como olho a vida, assim como a fotografia. Uma complementa a outra.