LANÇAMENTO LIVRO-DANÇA

Lançamento de livro

Cláudia Muller no lançamento do livro Dança Contemporânea em Domicílio

Lançamento de livro

Cláudia Muller, organizadora do livro Dança Contemporânea em Domicílio ao lado de Inês Correa, responsável pelo artigo visual Uma Dança atravessa o Rio,
entre outros artigos assinados e publicados por Airton Tomazzoni, Carlinhos Santos, Christiane Galdino,
Christine Greiner, Isabel de Naverán,
Ivana Menna Barreto e a própria Cláudia Muller

Lançamento de livro

Marcos Villas, curador da Bienal SESC de Dança 2013 propõe uma conversa de Cláudia Muller e Inês Correa
com os convidados no lançamento do livro Dança Contemporânea em Domicílio

Lançamento de livro Lançamento de livroLançamento de livroLançamento de livro

Cláudia Muller e Inês Correa conversam com convidados na Bienal SESC de Dança 2013,
durante lançamento do livro Dança Contemporânea em Domicílio

Lançamento de livro

Na parede, projeção de fotografias exibidas durante o lançamento

Lançamento de livro Lançamento de livroCláudia Muller e Inês Correa autografam os livros durante o lançamento

Fotografias: Carmen Ávila e Inês Correa

LANÇAMENTO DO LIVRO: DANÇA CONTEMPORÂNEA EM DOMICÍLIO

Mais informações sobre o livro no IDança

Onde aconteceu: Bienal SESC Dança 2013, Santos – SP
Quando: 07.09.2013

NOVO LANÇAMENTO DO LIVRO DE CLÁUDIA MULLER

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Algumas fotografias do artigo visual Uma Dança Atravessa o Rio, da fotógrafa Inês Correa,
publicadas no miolo do livro Dança Contemporânea em Domicílio, organizado por Cláudia Muller
Mais informações sobre esta publicação no site idança.net
(artigo de 02/07/2013 quando o livro foi lançado no Rio de Janeiro)

Abaixo, parte do artigo publicado em ctrlaltdanca.com. Leia o artigo na íntegra aqui.

Intercalando imagens e textos, o livro conta com uma seleção de imagens em diversos pontos do Brasil, da Espanha e do Marrocos, entre outros países, além de um artigo visual da fotógrafa Inês Correa intitulado Uma Dança Atravessa o Rio, e textos assinados pela artista Cláudia Muller, (responsável pela organização do livro e outros convidados, tais como Isabel Naverán, Carlinhos Santos, Aírton Tomazzoni, Christianne Galdino, Christine Greiner e Ivana Menna Barreto.

No texto do livro Dança Contemporânea em Domicílio: Uma Coreografia de Relações, Cláudia explica:

Dança Contemporânea em Domicílio traz minhas interrogações sobre a materialidade, os espaços, o lugar do espectador e a relação institucional nos processos e práticas de dança, implicando-se na ampliação do seu fazer, na construção do próprio aparato institucional e na politicidade inerente à recusa de definições fixas que buscam circunscrever o que cabe nesse campo artístico. O projeto engendra uma dança inquieta e propositiva sempre a perguntar-se: Por que sou um trabalho de arte?

Depois de ser lançado no Rio de Janeiro e distribuído no Rumos Dança Itaús 2013, em São Paulo, o livro Dança Contemporânea em Domicílio, organizado por Cláudia Muller, terá novo lançamento previsto para o dia 7 de setembro, na Bienal SESC de Dança 2013, em Santos.

Mais informações sobre data/local/horário no site do SESC Santos – aqui.

SP – MUSICANOAR – LANÇAMENTO DE LIVRO

fotografia: inês correa
Grupo de dança Musicanoar comemora 20 anos com novo
espetáculo, exposição e lançamento do livro Musicanoar 20 anos. Deslugares?

O Grupo Musicanoar completa 20 anos de trajetória na história da dança contemporânea brasileira em 2013. Nessas duas décadas, realizou diversos espetáculos, recebeu prêmios e estímulos, participou de festivais e mostras, sempre tendo como norte o crescimento e a consolidação de um trabalho artístico que incorpora a pesquisa na linguagem contemporânea da dança e que se preocupa em dialogar com o pensamento científico.
 
Para celebrar e pontuar a evolução e os caminhos trilhados pelo Musicanoar, Helena Bastos concebeu o espetáculo Deslugares? e o vivencia ao lado de Raul Rachouparceria que se intensificou a partir do trabalho Cães, em 2001.
 
No espetáculo, Bastos e Rachou procuram criar a partir da relação entre dois corpos e a discussão sobre o espaço e controle. Essa discussão é ancorada no pensamento do filósofo francês Michel Foucault: “o corpo, em qualquer sociedade está preso no interior de poderes muito apertados, que lhe impõem limitações, proibições ou obrigações”.
 
“Deslugares” é uma proposta experimental em dança contemporânea. Indica cruzamentos de diferentes linguagens artísticas. Entre bastões vermelhos, de diferentes tamanhos, todo um ambiente se delineia da fricção entre corpos e espaços. Que atravessamentos são estes? Pequenas solidões? O corpo não é tratado como um objeto, mas lugares de atravessamentos.
 
Livro-caderno
Para mapear a atuação do Grupo Musicanor nestes 20 anos de estrada, o projeto, contemplado com o 12º Programa Municipal de Fomento à Dança, inclui uma exposição de fotos na Galeria Olido e um livro-caderno que, pelos olhos e mãos de protagonistas e estudiosos da dança contemporânea brasileira, constrói um sólido painel não só da atuação do Musicanoar como também das práticas artísticas ligadas à dança.
 
Nomes como Rosa Hercoles (eutonista), Inês Correa (fotógrafa), Fabiana Dultra Britto (pesquisadora), Maíra Spanghero (professora), Marcos Bragato (pesquisador) e Adriana Banana (diretora artística do FID) foram convidados para um diálogo com as singularidades do fazer artístico do Musicanoar, com as atividades de pesquisa acadêmica e os modos de produção em dança.
 
O resultado são textos ora memorialistas, ora analíticos, que se entrelaçam fluidos e convergentes. Como escreveram Helena Bastos e Raul Rachou no prólogo do livro-caderno Musicanoar 20 anos. Deslugares?: “Reconhecemos que qualquer realidade em dança, ela se apronta num modo cooperado e coletivo. Isto é… Junto… Todos juntos! Cada um do jeito que pode”.
 
Mostra
A mostra Rastros Deslugares pretende ser o compartilhamento de uma história e de percursos de experiências. O público que for à Galeria Olido, espaço que abrigará amostra, poderá por meio de desenhos, anotações e fotografias, conhecer os processos de criação do grupo. A mostra Rastros Deslugares, composto por fotografias de espetáculos encenados e desenhos coreográficos conta a trajetória incomum do Musicanoar e dessa maneira traça um painel da dança contemporânea brasileira nas últimas duas décadas. São oito painéis, tamanho 1,60×1,30 cm, entre eles dois desenhos coreográficos de Helena Bastos e seis fotografias de Gil Grossi, Inês Correa e João Caldas, de cenas dos espetáculos de Helena Bastos e Raul Rachou, dupla que compõe Musicanoar.
 
Rastros deslugares retira dos arquivos fotografias, desenhos e anotações para compartilhar uma história, um percurso de experiências do Musicanoar, que nestes 20 anos vem processando diferentes arranjos a partir da dança contemporânea.
 
Segundo Inês Correa, uma das responsáveis pela mostra, Rastros deslugares não busca ser uma exposição fotográfica mas uma mostra de imagens “rasgadas das cenas de um tempo”. A ideia é conduzir o público a entrar no universo de criação coreográfica e deixar que ele crie sua própria coreografia imaginária”.
 
A proposta de Rastros Deslugares é pensar na imagem como fonte iconográfica responsável por rastros, vestígios, sobras de uma memória coreográfica. 
 
O projeto de comemoração dos 20 anos do Grupo Musicanoar foi comtemplado com o 12º Programa Municipal de Fomento à Dança do Município de São Paulo.
Débora Toledo

SP – CIA. FRAGMENTO LANÇA LIVRO

Ecos - Cia. Fragmento

Ecos – Danilo Firmo e Maitê Molnar – Cia. Fragmento
Fotografia publicada no livro Pontes Móveis, modo de pensar a arte em suas relações com a contemporaneidade
Ensaio Fotográfico realizado no Espaço Kasulo. São Paulo – SP, 2012
Fotografia: Inês Corrêa

LANÇAMENTO DO LIVRO
Pontes Móveis – Modos de pensar a arte em suas relações com a contemporaneidade

Quando:  2 de abril 2013
Local: Galeria Olido, em São Paulo

FICHA TÉCNICA DO LIVRO

Idealização: Vanessa Macedo
Produção: Cia Fragmento de Dança
Organização: Angela Nolf e Vanessa Macedo
Assessoria Editorial: Ana Francisca Ponzio
Projeto Gráfico: Gustavo Domingues
Revisão: Andrea Marques Camargo
Realização: Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo
Apoio: Cooperativa Paulista de Dança
Preço: distribuição gratuita
Número de páginas: 159 páginas
Email para solicitação do exemplar: producaociafragmento@gmail.com

SP – LANÇAMENTO DE LIVRO DE DANÇA

 
Elaine Calux, Vanessa Lopes e o livro lançado que é de todos e para todos da dança, 
para um começar a se pensar mais dança e se fazer mais por ela.
 
 
Elaine Calux, Vanessa Lopes, Ana Beatriz Souza, Ronaldo Mota
Marcus Moreno e Magali Munhoz.
Fotografias feitas durante o lançamento do livro “Fomento à Dança – 5 anos”. 
Fotografias: Silvia Machado

Estou atrasada. O lançamento do livro “Fomento à Dança – 5 anos” aconteceu no dia 3 de setembro e hoje já é dia 12. Quanto mais tecnologias temos, mais atrasos. Esta comemoração ocorreu na semana passada e ainda não postei nada, não agradeci direito  todas as pessoas que trabalharam junto neste livro e não agradeci o convite para ser integrante dele. Mas vou fazendo a vida como se é possível fazê-la. Meu avô dizia que era melhor pagar as dívidas mesmo que fosse tarde do que não pagá-las… No tempo dele não tinha juros (rs), nem caixa eletrônico, facebook, internet, email, telefone celular e o correio era demorado e atrasava, não havia sedex 10, 20, 30, 40… 
 
O livro “Fomento à Dança – 5 anos”, lançado pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo traz um mapeamento, histórico, textos e registros do que aconteceu ao longo de cinco anos do Programa de Fomento à Dança na cidade de São Paulo e uma homenagem póstuma a Umberto da Silva, bailarino e coreógrafo. São 216 páginas, entre reflexões, diagnósticos e prospecções para se fazer pensar dança. 
 
Muitos trabalharam para ver fechado este ou aquele capítulo, pensar no livro em termos de texto e imagem, enfim, no conjunto da publicação. Entre eles esta equipe fervendo que está na foto no dia do lançamento: a querida jornalista Elaine Calux responsável pela concepção, organização e editoração da publicação; Maíra Silvestre e Vanessa Lopes, produtoras culturais (Independente Produção e Arte); a equipe técnica formada por Ana Beatriz de Souza, Magali Munhoz (suporte administrativo), Marcus Moreno e Ronaldo Mota; Ana Terra e Marisa Lambert, consultoras de textos; Eliana Floriano da Silva, responsável pela pesquisa de vídeo e Paula Vianna, projeto gráfico e design. No “Fomento à Dança – 5 anos” há artigos de Denise Bernuzzi de SantÁnna, Marisa Lambert, Marila Velloso, Nirvana Marinho, Elaine Calux e Marcus Moreno.
 
 
Na foto: Maíra Silvestre, Rogério Ortiz, Paula Viana, Elaine Calux, Ronaldo Mota, Ana Beatriz Souza, Marisa Lambert, Gil Grossi, Ana Terra, Silvia Machado, Marcus Moreno,
Rodrigo Gontijo, Magali Munhoz, Eliana Floriano da Silva e Vanessa Lopes.
 
Fotografias feitas durante o lançamento do livro “Fomento à Dança – 5 anos”. 
Fotografias: Silvia Machado
 

A preocupação principal do Corpoemimagem é apresentar a fotografia de dança no contexto do jornalismo cultural. Ao longo destes anos de fomento muitos trabalhos fotográficos foram feitos, podem ser visto no blog e os efeitos produzidos espero que tenham sido positivos. De certa maneira, ao que parece são. Um deles é a forma como esta fotografia foi apresentada neste livro, em artigos visuais de quatro fotógrafos. Uma honra estar entre estes veteranos da fotografia de dança – Gil Grossi, Silvia Machado e Rogério Ortiz -, eu que há tão pouco tempo fotografo dança e recebi com muita alegria este email da Elaine que compartilho com vocês:

Inês, querida,
Obrigada por estar com a gente pra comemorarmos juntos o resultado do nosso trabalho que, como falei no meu agradecimento, “foi um verdadeiro processo de criação colaborativa, como se faz na dança contemporânea, para a transformação do projeto nesse livro que é de todos nós”. E que, como disse a Ana Terra em seu texto de apresentação, “poderia ser outro e tantos outros serão bem-vindos para colaborar com a permanência do Programa”. A festa foi linda. Mando aí (+) parte da minha fala em que eu me refiro a nossa relação no trabalho, só pra marcar (resumidamente) a sua importância dentro de todo o processo.
 
Esta parte da fala da Elaine no lançamento do livro, ela como jornalista bem sabe, é um saldo positivo para a fotografia e consequentemente para a dança fotografada, já que uma descobre a outra, mostra, retira do palco, fixa a cena, desloca de lugar, movimenta. Uma está para a outra assim como outra para uma. Como quiserem. Aproveito para reforçar a fala da Ana Terra porque concordo que nós participamos desta publicação que pode ser feita e deve ser por tantos outros que estão aí fotografando, escrevendo, vendo e revendo a dança na cidade hoje, amanhã e ontem. Portanto vou apresentar este trecho do discurso, que aliás gostei muito quando ouvi ao vivo lá na Galeria Olido, logo abaixo:
 
(…) Vanessa Lopes, que colaborou com idéias incríveis, como a de intermediar com artigos fotográficos os artigos textuais, porque queríamos um livro com muitas imagens mas não sabíamos que critério usaríamos para seleção das fotos, uma vez que elas não ilustrariam os textos. Aí chegamos a 4 fotógrafos – Inês CorreaGil GrossiSilvia Machado e Rogério Ortiz – levando em consideração o trabalho continuado junto às cias fomentadas, seguindo um critério do próprio Fomento (…) a dedicação desses profissionais, que se debruçaram em centenas de fotogramas para fazer uma auto-curadoria – dividimos com eles a responsabilidade de decidir – somos espertos.
 
Maíra Silvestre e Vanessa Lopes (Independente Produção e Arte) e o nosso livro.
 
 
Letícia Sekito (Cia. Flutuante), Ricardo Iazetta + Key Sawao (Keyzetta & Cia.)
e Zé Maria.
 
 
Letícia Sekito (Cia. Flutuante) e Inês Correa.
Fotografias feitas durante o lançamento do livro “Fomento à Dança – 5 anos”. 
Galeria Olido, São Paulo, 2012.
Fotografias: Letícia Sekito
 
 
Agradecimentos
 
Para fechar o post que está bem longo vou agradecer, que já vou tarde (rs). Primeiro obrigada aos bailarinos todos que apresentam seu trabalho para nossos disparos. Depois, a todos da dança, os que conheci e os que ainda vou conhecer, pela leveza com que seus corpos produzem este espetáculo que está dentro e fora do palco, nas cochias, nos eventos político-culturais, nas palestras e encontros, nas universidades. 
 
Agradeço estes fotógrafos de dança que me inserem nesta fotografia, trocam fotografias. 
 
Agradeço também amigos, amigas e mais querida que estiveram lá no lançamento para brindar esta publicação que é de todos nós e que vai ajudar a manter na memória nossa estes anos, cinco, fomentados.
 
Para terminar os agradecimentos, eu que faço fotografia e procuro estar longe das câmeras, do outro lado delas, não tive como não me render a este momento fotográfico que é de todos e de cada um que carrega seu celular e traz os eventos e as pessoas em disparos díspares, como estes pequenos retratos da coreógrafa Letícia Sekito que me encontrou no lançamento. Obrigada a você também Letícia, pela doce recordação que fez com este seu jeito tão peculiar de olhar.